Madre Sylvia da Oxalá: lucha e historia para patrimonializar el primer terreiro de Candomblé en el estado de São Paulo

Autores/as

  • Eunice Queiroz UFBA - Universidade Federal da Bahia
  • Henrique Cunha Junior Universidade Federal da Bahia - UFBA

Palabras clave:

Patrimonialización. Candomblé terreiro. Yalorixá.

Resumen

Las historias de la ciudad de São Paulo se construyen mediante procesos de creación de la realidad deseada mediante la imposición de las impresiones de los grupos de poder, la destrucción y construcción de sus ideales, y la escritura y formación de la memoria mediante el borrado de las historias con la escritura de una nueva historia. En este artículo, resultado de una investigación de maestría, presentamos un fragmento del patrimonio cultural de la ciudad de São Paulo, que es el terreiro Axé Ilê Obá, y la fuerte presencia femenina de Yalorixá Mãe Sílvia de Oxalá, quien desempeñó un papel social fundamental en los movimientos negros de São Paulo en las décadas de 1980 y 1990, donde acompañó el proceso de restablecimiento democrático del país, ejerciendo una fuerte representación, tanto de los terreiros del Candomblé como de la población negra ante los órganos municipales. Este estudio analiza la arquitectura de Axé Ilê Obá, el primer terreiro de candomblé de la ciudad de São Paulo declarado Patrimonio Histórico, Arqueológico, Artístico y Turístico (CONDEPHAAT) en 1990, bajo la gestión de esta yalorixá entre 1986 y 2014.  Este trabajo busca revelar hechos que suelen pasarse por alto, permitiéndoles así formar parte de la verdadera construcción de la ciudad. 

Biografía del autor/a

Eunice Queiroz, UFBA - Universidade Federal da Bahia

Desenhista Industrial – Projeto de Produto pela Universidade de Guarulhos em São Paulo, com especialização em Comunicação Visual e Computação Gráfica – Modalidade Pré-Impressão pelo SENAC e Pós Graduação – MBA em Gestão de Negócios e Tecnologia pela Fundação do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo. Com experiência em produção gráfica, fotografia, mídias sociais e educadora na ONG - Sociedade Benfeitora Jaguaré na área de tecnologia com grupos em vulnerabilidade social. Atualmente é doutoranda pela Universidade Federal da Bahia – UFBA/PPGAU com o tema sobre a cultura africana e sua diáspora.

Henrique Cunha Junior, Universidade Federal da Bahia - UFBA

Pesquisador sobre Populações Negras, História da Tecnológica Africana e Urbanismo Africano. Professor titular da área de engenharia elétrica, pesquisa e ensina sobre Planejamento de Energia e as relações entre Ciência, Tecnologia e Sociedade. Tem formação em engenharia (EESC-USP) e sociologia (UNESP-Araraquara), mestrado em engenharia e também em história. Doutoramento em Engenharia pelo Instituto Politécnico de Lorraine – França 1983. Defendeu tese de Livre Docência na Universidade de São Paulo em 1993 e prestou concurso de professor Titular da Universidade Federal do Ceará em 1994. Orientou e co-orientou 30 trabalhos de doutoramento e 52 de mestrados.

Citas

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Publicado

05-03-2026